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A FIVB lança um documento especial, revendo os investimentos no desporto a longo prazo

(Porto, 11 de Maio de 2004) A FIVB preparou um relatório especial «Sports Money for Sport» (Dinheiro do Desporto para o Desporto) que demonstra como a FIVB cresceu até se tornar uma das maiores federações do desporto internacional através de uma aproximação profissional a uma administração desportiva e a uma política de investimento com mais de 80 por cento de fundos e isso vai directamente para o desenvolvimento do Voleibol e do Voleibol de Praia.

O relatório inclui contribuições de peritos exteriores à FIVB e tem vindo a ser preparado para todos os delegados acreditados no Congresso. Fornece todos os dados sobre as entradas e saídas das actividades desportivas dos últimos 20 anos e explica a já longa política da FIVB de pagar comissões até 10 por cento aos seus membros que com sucesso encontram e negoceiam novas formas de financiamento para o Voleibol e Voleibol de Praia.

Na introdução do relatório, o Dr. Acosta, Presidente da FIVB, escreveu: “Desde que fui eleito, há 20 anos, a FIVB despendeu mais de 400 milhões de francos suíços em actividades desportivas e é agora uma das maiores federações internacionais, com 35 milhões de atletas registados, 218 federações nacionais e uma fortuna que excede os 120 milhões.

Analisando a força financeira da Federação, o Director-Geral da FIVB, Jean-Pierre Seppey, escreve: “A estratégia da FIVB é a de investir nos seus rendimentos e expandir a competição por todo o Mundo através do media e das transmissões televisivas.” O Director-Geral da FIVB explicou que a Federação Internacional aprovou um orçamento de 169,9 milhões para o período de 2003/2006, dos quais 153,4 milhões (90%) são para o desporto.

O relatório também contém um artigo do Prof. Jean-Loup Chappelet, da Administração de uma escola suíça (IDHEAP), sobre federações desportivas internacionais, onde comenta que a FIVB é uma das Federações Internacionais que gasta mais dinheiro no desenvolvimento do seu desporto: “Muitas da Federações Internacionais não têm outros recursos senão os que são financiados pelo Comité Olímpico Internacional (COI) e não possuem programas de desenvolvimento para os seus desportos. Eles gastam 100 % do seu dinheiro que recebem do COI em custos administrativos, salários e outras formas de compensação,” escreveu o Prof. Jean-Loup Chappelet.

“A FIVB, por outro lado, tem outros patrocínios que excedem em muito os fundos recebidos a cada quatro anos pelo COI, mesmo durante o ano olímpico de 2000,” Prof. Chappelet acrescentou. “Numerosas federações internacionais usam agentes para negociar direitos de transmissões (com estações televisivas) ou direitos de Marketing (com patrocinadores). Estes agentes (individuais ou colectivos) são muitas vezes pagos por comissão ou contratos assinados.”