Encerrando a fase final do Grand Prix Mundial da FIVB 2013 com quatro vitórias e uma derrota em Sapporo, a China ficou com a prata no torneio de seis equipes, igualando o seu melhor resultado desde 2007, ano em que também terminou em segundo lugar. " /> Lang Ping colocou a China no caminho certo | FIVB - Press release
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Lang Ping colocou a China no caminho certo

 
A China levou a medalha de prata sob o comando da estrela Jenny Lang Ping
 

Encerrando a fase final do Grand Prix Mundial da FIVB 2013 com quatro vitórias e uma derrota em Sapporo, a China ficou com a prata no torneio de seis equipes, igualando o seu melhor resultado desde 2007, ano em que também terminou em segundo lugar.

Mais de quatro meses após assumir o comando da seleção, Lang Ping colocou a China no caminho certo para voltar ao clubinho das equipes de elite mundial.

"A China está em muito boa forma", disse o treinador do Brasil, José Roberto Guimarães. "Teve uma série de mudanças, um giro de jogadoras, e consigo ver o crescimento."

Antes de perder por 3 a 0 para o Brasil no último jogo da fase final, a China ganhou 13 partidas no Grand Prix Mundial, maior sequência de vitórias da competição. Aquela derrota foi também a primeira da China em 20 jogos sob o comando da nova treinadora, que substituiu Yu Juemin após uma eliminação decepcionante nas quartas de final nos Jogos Olímpicos de Londres 2012.

"Fiquei surpresa com a medalha de prata, eu não esperava por isso", disse Lang Ping. "Acho que é um bom resultado. Tivemos altos e baixos durante o torneio, mas estou muito feliz por as nossas jogadoras terem alcançado este resultado com um ótimo trabalho em equipe."

Lang Ping tentou usar jogadoras e formações diferentes durante todo o Grand Prix Mundial. No jogo contra o Brasil, chegou até mesmo a poupar Zhu Ting, que depois foi escolhida para o Time dos Sonhos da competição.

"Viemos para o Grand Prix para tentar jogar com todas as jogadoras, para que aproveitassem o torneio para crescer", disse Lang Ping. "Eu não quero jogar com apenas seis jogadoras. Às vezes, as mais jovens como Zhu Ting têm altos e baixos. Portanto, é melhor deixá-la assistir a alguns jogos para aprender mais e, em seguida, entrar no jogo com bastante pressão. Estamos tentando desenvolver as nossas jogadoras mais novas, e essa é a nossa meta."

Apesar do bom resultado, Lang Ping acredita que a sua equipe tem muito a melhorar para se tornar verdadeiramente forte.

"Aprendemos muito e também pudemos ver o talento das nossas jogadoras jovens. Sabemos o que queremos ajeitar no futuro; existem muitas áreas em que podemos melhorar. O que devemos aprender com as seleções do Brasil e do Japão é o controle de bola. Se pudermos melhorar, poderemos acelerar e usar mais combinações táticas."

Por ora, as chinesas estão gostando de jogar sob nova orientação.

"Esta é uma nova equipe, com uma nova treinadora com a qual aprendemos muito e vamos tentar dar o nosso melhor", disse Wang Yimei.

 





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