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Clancy sonha com as areias do Rio

 
Apesar de mal ter saído da adolescência, Clancy já acumulou muita experiência
 
Como para vários atletas de ponta, o ardente desejo de disputar os Jogos Olímpicos é a força que tem impulsionado o meteórico crescimento de Taliqua Clancy. Aos 21 anos, a promessa do vôlei de praia australiano conversa com a VolleyWorld sobre o sonho olímpico e a sua ascendente carreira.

Considerada de longe a jogadora com melhores perspectivas dentro do cenário do vôlei de praia australiano, Taliqua Clancy vê o seu mundo mudar. A promessa está se tornando uma realidade, e a fama da jogadora está rapidamente crescendo além das fronteiras do seu país e da sua confederação continental graças à impressionante nova parceria com a experiente Louise Bawden. Ambas já estão causando impacto no Circuito Mundial de Vôlei de Praia da FIVB.

Elas chegaram às oitavas de final de um Grand Slam pela primeira vez em Corrientes, na Argentina, no final de maio, e às semifinais da Copa do Mundo da FIVB em Campinas, na semana seguinte. A parceira olímpica de Bawden, Becchara Palmer, optou por deixar o esporte após os Jogos de Londres 2012, mas Bawden queria mais. Ao saber de todo o potencial de Clancy, ela se considerou pronta para dar um novo passo na carreira.

"Tive muita sorte por a Lou (Bawden) ter decidido seguir jogando", reconhece Clancy. "Ganhei uma grande oportunidade quando ela decidiu atuar ao meu lado. Fiquei um pouco chocada no encontro quando ela me disse isso, mas fiquei feliz, pois considerei que começaria ali uma forte parceria."

O desejo de jogarem juntas não é o único ponto em comum entre as duas. Ambas tem 1,84 metro de altura, são muito competitivas e têm um estilo de jogo agressivo. "Gostamos de disputar um jogo muito físico, e acho que isso intimida outras duplas", explica Clancy.

"A Lou traz um grande conhecimento, e isso é muito importante e me mantém no caminho certo. O conhecimento prático do que é preciso para ser consistente e jogar bem, além de saber como queremos jogar e o que funciona melhor para a gente."

A dupla mostrou o seu potencial já no início de 2013, conquistando o título australiano da temporada e vencendo todas as cinco etapas antes de participar do Circuito Mundial. Ganhar experiência no Circuito é fundamental, principalmente para Clancy, que tem como meta na carreira obter uma vaga nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016.

"Sempre quis disputar uma Olimpíada", conta. "Quando criança, via na TV e queria participar. Sempre acompanhei esportes, mas não sabia exatamente que modalidade disputar, até que me apaixonei pelo vôlei de praia. Gosto das parcerias que se formam, a atmosfera é muito legal e é competitivo."

A carreira dela no vôlei teve começo na adolescência, na Kingaroy State High School, 210 quilômetros ao noroeste de Brisbane. Aos 16 anos, na Queensland Academy of Sport, ela deu os primeiros passos no vôlei de praia. De lá, mudou-se para a Adelaide, onde contou com o apoio determinado da mãe e do treinador do Australian Institute of Sport (AIS), Steve Tutton, com quem participou de um programa completo de desenvolvimento de habilidades.

No segundo ano na AIS, ela e Karley Hynes já conquistaram o bronze no Campeonato Mundial Sub-19 da FIVB 2010, na cidade do Porto. Mas foi 2012 que representou a grande virada na sua carreira, quando as aspirações olímpicas começaram a ganhar corpo. Em parceria com Mariafe Artacho del Solar, Clancy primeiro ajudou Natalie Cook a conquistar um lugar na sua quinta Olimpíada com uma vitória na Copa Continental da AVC contra a China, e depois obteve outra medalha em torneios de base, levando o bronze no Campeonato Mundial Sub-21 da FIVB em Halifax, no Canadá.

"Disputamos a Copa Continental, uma maravilhosa experiência", recorda. "Acho que no ano passado me dei conta que é isso o que eu quero fazer na vida, e preciso trabalhar muito duro. Todos são realmente muito bons, e ninguém chegará a lugar nenhum se não estiver realmente comprometido. Sinto que cresci, estou dando o passo e indo em frente em vez de só ficar escutando."

"Não quero só jogar e ser mediana, quero que eu e a Lou sejamos uma das melhores duplas do Circuito, na parte de cima do ranking. Temos algumas lições para aprender, mas somos uma boa dupla e podemos ser competitivas, é algo plenamente alcançável."

PERFIL
TALIQUA CLANCY

País: Austrália
Temporadas internacionais: Cinco (começou em 2009)
Posição: Bloqueadora
Altura: 1,84 metro
Cidade natal: Kingaroy, Queensland, Austrália
Data de nascimento: 25/06/1992
Prêmios: Campeonato Mundial Juvenil da FIVB 2010 - bronze,
Campeonato Mundial Júnior da FIVB 2012 ¬- bronze



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