FIVB VolleyWorld 9/2013 - Portuguese - page 19

Gabi Guimarães mostra nervos de aço
ao chegar à seleção principal
Com apenas 19 anos de idade, Gabi Guimarães foi a jogadora
mais jovem da seleção brasileira a ganhar o ouro do Grand Prix
Mundial da FIVB no Japão. A
VolleyWorld
analisa a notável
ascensão rumo ao topo do mundo do voleibol.
Os últimos meses têm sido memoráveis para a ponteira brasileira
Gabi Guimarães. No início do ano, ela fez parte da seleção que
conquistou o bronze no Campeonato Mundial Feminino Sub-20
da FIVB na República Tcheca e se destacou tanto que recebeu uma
convocação de José Roberto Guimarães. O treinador brasileiro queria
que ela fizesse parte da seleção principal para o Grand Prix Mundial
em Sapporo.
No Japão, ela mostrou as habilidades que já a tinham evidenciado
como provável integrante da seleção brasileira que irá em busca
de uma terceira medalha de ouro olímpica consecutiva nos Jogos
Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro. No Japão, essas habilidades
ajudaram o Brasil a pôr fim aos três anos de espera por um título do
Grand Prix Mundial e levaram o país ao topo do Ranking Mundial
da FIVB.
“É muito bom ser campeã”, disse Gabi. “Foi um torneio ótimo. A
nossa equipe manteve o mesmo ritmo desde o início. O objetivo era
vencer todos os jogos na fase final, e nós conseguimos. Estou muito
feliz por ter jogado este torneio. Foi o meu primeiro título com a
seleção principal.“
Para a jogadora nascida em Belo Horizonte, o Grand Prix Mundial de
2013 não só foi a primeira chance de ganhar um título na seleção
principal com o Brasil, mas também significou a realização de um
sonho de infância: jogar ao lado de Sheilla Castro, outra mineira de
Belo Horizonte.
“O meu sonho era jogar com a Sheilla na seleção principal”, disse
Gabi. “O Grand Prix Mundial foi o momento de realizar esse sonho.
Sempre fui fã dela, e os meus pais sempre me lembraram disso.”
Gabi foi uma presença poderosa nas redes no Japão
No início de 2013, Gabi fez parte da campeã nacional Unilever,
liderada por outra figura histórica no vôlei brasileiro, o técnico
Bernardinho.
Durante a temporada, ela substituiu a ponteira americana Logan Tom,
afastada devido a uma lesão. Apesar da pouca idade, Gabi mostrou
grande maturidade. Com Bernardinho e Zé Roberto supervisionando
o progresso da jovem, Sheilla não tem dúvidas de que ela fará parte
da seleção por muitos anos.
“É muito bom jogar com a Gabi”, afirmou Sheilla. “Ela é bastante
madura para a idade que tem. Nós brincamos muito dentro e fora da
quadra. Ela é uma jogadora que brilhou muito na última Superliga,
que teve um Grand Prix incrível e vai melhorar mais ainda até 2016.”
Estou muito feliz por ter jogado
este torneio. Foi o meu primeiro
título com a seleção principal.
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