FIVB VolleyWorld 9/2013 - Portuguese - page 10

Não faltaram choques e surpresas no Grand Prix Mundial da FIVB
2013, que marcou o fim da supremacia americana e o renascimento
da China.
Três estatísticas em especial mostram o acirramento da competição:
nenhuma seleção passou invicta pelos 14 jogos, 24 das 105 partidas
precisaram ser decididas no tie-break e 11 equipes iniciaram a última
semana da etapa preliminar com esperanças de chegar à fase final.
Mesmo a seleção do Brasil, que acabou sendo campeã, teve de lutar
pelo seu lugar entre as seis melhores.
“O padrão deste Grand Prix Mundial foi incrivelmente alto”, disse o
novo treinador dos EUA, Karch Kiraly.
A sequência de 18 vitórias consecutivas da sua equipe na competição
chegou ao fim na fase preliminar, com uma derrota por 3 a 1 para
o Brasil. Na etapa final, os EUA perderam quatro vezes consecutivas
antes de finalmente vencerem as anfitriãs japonesas por 3 a 2, o que
serviu de consolo, mas não foi suficiente para impedir que a equipe
terminasse em sexto e último lugar.
Mesmo assim, jogadoras como Cassidy Lichtman, Lauren Paolini,
Lauren Gibbemeyer, Kayla Banwarth, Kimberly Hill e Kelly Murphy
adquiriram uma experiência valiosa em grandes torneios.
“Esta foi uma semana difícil, pois perdemos quatro jogos seguidos”,
disse Kiraly. “O lado positivo foi a boa fase preliminar que jogamos. A
parte difícil foi ver o quanto precisamos jogar bem para competir no
cenário mundial. Aprendemos muito nesta semana. Não foram lições
fáceis, mas aprendemos muito.”
A búlgara Elitsa Vasileva foi uma presença forte para sua equipe ao
complicar as coisas para o Brasil na fase preliminar
A Bulgária jogou um tremendo
Grand Prix e tem um futuro
brilhante, com muitas jovens
jogadoras.
ANÁLISE
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