na Letônia semana passada, e eles também têm alguns torcedores
malucos por lá, mas isto superou o que eu imaginava. Foi um jogo
barulhento demais, e posso dizer que deu muita energia para a
outra equipe. É um ambiente divertido para jogar, pois há muitas
pessoas gritando. Faz realmente o coração bater mais forte.”
O ca-
nadense Chaim Schalk explica a emoção de jogar na Polônia
Acho que três medalhas serão concedidas amanhã, e queremos
uma delas; a que mais brilha: a de ouro.”
O alemão Jonathan
Erdmann sonha alto ao alcançar as semifinais
É incrível. Ainda não consigo acreditar que após o último saque a
recepção passou por cima da rede, o meu parceiro cortou, e eu vi
o árbitro virar o braço na nossa direção. Ainda não consigo acre-
ditar.”
Alexander Brouwer, na terra dos sonhos, após atingir
a final
Este chapéu é típico de uma região do Brasil. Em 2011, o meu pai
disse que eu tinha de usá-lo onde quer que eu fosse. Uso agora
porque é um modo de eu me lembrar de casa, e porque o meu pai
me disse para usá-lo.”
O brasileiro Álvaro Filho explica a esco-
lha do chapéu para a cerimônia de premiação
Na Noruega, nos preparamos para um clima frio, e depois tivemos
duas semanas com temperatura na casa dos 30 graus. Estivemos lá
cinco vezes antes, e sempre choveu e fez frio. Chegamos de cami-
setas e calças compridas, tivemos de ir às compras, e foi caro.”
A
austríaca Doris Schwaiger não acredita que se esqueceu de
conferir a previsão do tempo
Tive bigode duas vezes na minha vida, e naquelas duas vezes eu
fui campeão. Uma das vezes foi na Polônia, e a outra no Brasil, em
2008.
Então eu disse que, como este é um momento muito impor-
tante, não custa usar esta arma extra.”
O brasileiro Pedro Salgado
explica por que voltou a usar bigode
Preferíamos tê-los enfrentado na final, mas não ganhamos um bom
presente de Dia da Independência neste sorteio.”
O americano Phil
Dalhausser lamenta o resultado do sorteio dos mata-matas,
realizado no dia 4 de julho, que marcou um confronto para
ele e o companheiro Sean Rosenthal diante dos compatriotas
Casey Patterson e Jacob Gibb
Os torcedores poloneses são muito, muito apaixonados. São prova-
velmente os torcedores mais loucos com quem já jogamos. Estivemos
Chaim Schalk Pedro Salgado
Phil Dalhausser
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