Michiel van Dorsten
Holanda
O ex-jogador de vôlei de quadra foi colocado à prova na sua estreia
no Campeonato Mundial, mas aproveitou bastante a experiência,
apesar de ele e Tim Oude Elferink terem perdido todas as três parti-
das disputadas para os brasileiros Pedro Salgado e Bruno Oscar Sch-
midt e Vitor Felipe e Evandro Gonçalves, e para os espanhóis Pablo
Herrera e Adrián Gavira.
Você vê o que precisa alcançar para chegar ao topo do mundo,”
disse o atleta. “Há quatro meses, eu não sabia levantar ou servir.
Eu não sabia o que estava fazendo, mas a coisa vai rápido, e isso é
muito bom.” E o que é mais importante ainda: as lesões no joelho
que obrigaram Van Dorsten a deixar as quadras de vôlei pareceram
melhorar nas areias, que oferecem menos impacto.
Tive alguns problemas de joelho nas quadras e não podia treinar em
tempo integral por causa disso”, disse o jogador. “A areia é muito
mais confortável para os joelhos, e assim posso treinar seis dias por
semana.”
Igor Hernández e Jesús Villafañe
Venezuela
A dupla líder da Venezuela tinha claramente adquirido um gosto por
grandes ocasiões, como demonstrara nos Jogos Olímpicos de Londres
2012.
Em Stare Jablonki, eles começaram como queriam, derrotando os
americanos Todd Rogers e Ryan Doherty. Apesar da derrota no jogo
contra Jonathan Erdmann e Kay Matysik (que viriam a ganhar o bron-
ze), os venezuelanos recuperaram-se a tempo de terminar em segundo
lugar no seu grupo, derrotando os argentinos Pablo Bianchi e Facundo
del Coto.
A dupla deu adeus à competição após perder de Paolo Nicolai e Danie-
le Lupo, mas dificultou a partida para os italianos.
O sucesso não passou despercebido, e a equipe está começando a
elevar a popularidade do esporte na Venezuela.
Na Venezuela, desde os Jogos Olímpicos, cada vez mais jovens estão
se interessando pelo vôlei de praia,” disse Hernández. “Recebemos
apoio do governo após a Olimpíada e, graças a isso, fomos capazes
de iniciar projetos diferentes e incentivar jovens a jogar vôlei de praia.”
EM FOCO
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